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A Filosofia e o Sentido

O Sentido da Vida Depois de ter lido o texto de Albert Camus, esse mesmos fez-me pensar sobre o sentido da vida. Para Camus uma das questões mais fundamentais da filosofia é a de saber se a vida merece ou não ser vivida. Segundo este autor, a existência humana é absurda, não tem sentido. Para mim , o Albert Camus está errado, a vida merece ser vivida por mais obstáculos que ela apresente. Como Albert Camus disse “ Viver, naturalmente, nunca é fácil”. Eu concordo com o Camus, porque viver não é fácil, mas é a dificuldade qu faz com que nós aproveitamos a vida ao máximo. ´a dificuldade da vida que vai fazer com que cresçamos enquanto pessoas. Albert Camus, não foi o único filosofo a reflectir sobre “o saber se a vida merece ou não ser vivida”, também Karl Popper e Epicuro. Para Karl Popper compreender o valor da vida é a partir do seu carácter finito, é justamente por causa da finitude que foi colocada a questão do sentido e do valor da vida. Para Epicuro não existe a imortalidade. Algu...

Resumo da aula nº51, dia 19 de Maio de 2011 (11ºC)

Na passada aula nº51, do dia 19 de Maio de 2011 continuamos o subcapítulo já iniciado em aulas anteriores “ A racionalidade cientifica e a questão da objectividade” inserido no capitulo “ Estatuto do conhecimento cientifico”. A professora começou a aula fazendo revisões dos principais pressupostos das teorias do positivismo e neopositivismo. Os pressupostos são: O conhecimento cientifico resulta do método indutivo; O critério de validação cientifico é a verificação e confirmação experimental; Falamos do conhecimento objectivo segundo Karl Popper, em que para ele o cientista não é um observador indiferente ou descomprometido com o mundo, logo, para ele o cientista é um sujeito activo e é um ser criativo e critico. Vimos também que a ciência é conjectural, ela não atinge a verdade, apenas se aproxima dela. Por isso, numa teoria nunca podemos afirmar que é verdadeira, mas apenas que é verosímil. Popper tinha alguns contributos para uma nova forma de entender a ciência, tais como : ...

O Pai Natal existe?

André : Sempre me disseram, que o pai natal morava no polo norte e vinha entregar-nos as prendas, mas ouve um ano em que puxei barbas ao pai natal e vi que era o meu tio. Jorge : Mas isso não significa que o pai natal nao existe!! André : Tens razão, mas também mostra que tinham me mentido em 1º lugar Jorge : Mas se eu me vestir de zebra, e tu vires que eu não sou uma zebra, não significa que não há zebras André : Concordo! Eu nunca vi o verdadeiro pai natal, e aqueles que podem ter visto, também provávelmente poderao estar a mentir. Jorge : Mas então de onde provém a imagem icónica do homem idoso, gordo, de fato vermelho e barbas brancas? André : Agora encostaste-me à parede ...porque nao sei responder a essa pergunta. Jorge : Afinal podes dizer que o pai natal nao existe? André : Não.. Porque pensamos nele, logo existe!

Reflexão sobre a musica "Que Deus" dos Boss AC

Na musica de Boss AC, podemos encontrar várias questões filosóficas que abordamos no 10º ano. Os Boss AC abordam temas como a trascendência, a felicidade, os valores e as questões fundamentais da filosofia: "Quem sou eu", "O que faço no mundo" e "Qual o meu destino". Para além disso os Boss AC interrogam-se também acerca da existência de Deus, porém eles quebram também um dos princípios fundamentais da lógica : "O princípio da não contradição", pois apesar de eles se interrogarem acerca da existência de Deus, eles também se referem a ele e fazem-lhe pedidos. Tantas questões e tão poucas respostas, tal como o grande filosófo "Sócrates" disse um dia: "Eu só sei que nada sei".

Reflexão 10º ano e música Boss Ac - Que Deus?

Recordo com um sabor intrigante o início do tema da transcendência das aulas de Filosofia, pois de facto, a certa altura da minha vida, perdi o verdadeiro sentido da minha existência, apercebi-me profundamente da minha finitude e da minha impotência perante determinados obstáculos. De certo modo o intérprete Boss Ac dá-me a entender essa mesma sensação de angústia, o que o leva a questionar sobre a existência de algo para além dele, algo de sagrado. Deparando-se com as três questões fundamentais da Filosofia, “quem és tu?”, “onde estás?”, “o que fazes?”, o intérprete procura a infindável reposta no seu íntimo, mas a única conclusão que tira é que na verdade quanto mais aprende, mais sabe que nada sabe, ou seja, admite que não sabe mas procura saber – uma resposta de um verdadeiro filósofo . " Por mais respostas que tenha a dúvida é maior"

Recordar filosofia...

Na aula de Filosofia a professora pediu que recordássemos o 10º ano de Filosofia com a música “Que Deus?” de Boss AC. Ele fala na paz como uma ilusão e isso é cada vez mais visível no nosso mundo, o diálogo entre as várias culturas é escasso e não há uma tentativa de aceitarmos as diferenças. Como exemplos dá a guerra, a maldade entre os homens e a discriminação. A música é composta por várias questões, quase sempre dirigidas a Deus, ou seja, a algo transcendente. Questiona-se se Deus existe mesmo neste mundo completamente diferente do que nos é dito que Ele desejava e ensinou. Chegando mesmo a questionar se a morte é o fim ou existe algo para além dela. Fala assim também da morte, algo que sempre assusta o Homem. Boss AC faz então as questões principais da filosofia, “quem sou eu?”, “que faço no mundo?” e “qual o meu destino?”. Usando a filosofia também para questionar tudo o que vê ao seu redor. No vim o rapper diz que sabe que nada sabe como Sócrates.