O Homem (não) Informatizado Desde o século XVIII, com a Revolução Industrial, o Mundo tem assistido ao incrível poder da máquina; depois do êxtase que o vapor provocou no Homem, este não parou de o desafiar criando e desenvolvendo uma série de mecanismos de modo a satisfazer a sua sede contínua de ganância. O Homem está agora num estádio de desenvolvimento que seria considerado utopicamente absurdo na sociedade do século passado. Chegámos a outra questão: “É espantosamente óbvio que nossa tecnologia excede nossa humanidade”… Assim como Albert Einstein, também outros são da opinião que a tecnologia substituiu a importância da humanidade nos nossos dias.· Então porque não usar esta nova forma de desenvolvimento em abono do Homem, que foi, no fim de contas, o seu criador? É proveitoso usar esta tecnologia para difundirmos a mensagem de “Humanização” para a sociedade robotizada em que vivemos. Desta forma, no âmbito da disciplina de Psicologia B criámos um blogue que tem como ...