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Direito, Normas Morais e Jurídicas
Conceito de Direito Em sentido próprio a pergunta "o que é o direito?" pode ser expressa de duas formas: -" Quid sit ius " (o que é o direito); -" Quid sit justitia " (o que é a justiça); Deste modo concluimos que direito se relaciona com justiça. Direito é aquilo que se considera legítimo do ponto de vista lógico, jurídico e moral. O “direito é a forma, que procura atualizar o conteúdo que é a justiça”. O direito e a filosofia caminhas juntos, pois é a filosofia que nos diz " Quid ratio iuris " (qual a razão do direito). A filosofia busca as causas do direito, para então interpretar, na realidade da vida, os acontecimentos do cotidiano. Contudo, não podemos esquecer que é no cotidiano que os factos se revelam. A realidade dos factos é mais forte que a ficção jurídica. ...
Ideias Inatas (11º ano - Filosofia)
Conteúdos mentais anteriores a qualquer experiência e que dela são independentes. Trata-se de ideias com as quais já nascemos e que, portanto, não são adquiridas. Descartes deu o exemplo das ideias de Deus, de infinito, de imortalidade e de perfeição, defendendo que nada de empiricamente observável as poderia ter originado. Estas ideias constituem, alegadamente, um tipo de conhecimento que veio a chamar-se conhecimento à priori. A existência ou não de ideias inatas esteve no centro das disputas entre o racionalismo e o empirismo. Empiristas como Locke e Hume opõem-se à afirmação de que há ideas inatas ou conhecimentos à priori. Kant defende que há noções à priori, mas que tais noções são apenas formais, não podendo, só por si, ser consideradas conhecimento. Porém, hoje em dia a discussão entre empiristas e racionalistas não se foca tanto nas ideias inatas, mas antes na noção do conhecimento à priori. O conhecimento à priori é diferente do conhecimento inato: o primeiro é aquele que...
Ana Rita Loureiro 11ºB
ResponderEliminarNesta cena sobre televisão e manipulação, o orador critica o facto de a sociedade não ler livros nem jornais e limitarem-se a ter os olhos postos numa caixa com passagem de imagens. Salienta também a pura realidade acerca deste órgão de comunicação social que afirma ser uma fonte bastante propicia para construir ou difamar figuras públicas ou muitas das vezes simples pessoas da nossa sociedade e justifica essa ideia quando se contradiz com a frase “Esta caixa é a força mais maravilhosa e poderosamente maldita deste mundo…”.
Pede a atenção do auditório para os fazer entender de uma vez por todas que a televisão não é a verdade e descreve com uma quantidade excessiva de adjectivos maliciosos.
A sociedade de hoje é muito limitada, infelizmente, e é esse problema que faz as pessoas acreditarem e serem cada vez mais circunscritas do mundo real.
No fundo, funcionamos como robots, obedecendo a tudo que uma simples caixa electrónica nos manda fazer quando na realidade, a ideia não é essa, mas sim fazer com que o publico se torne culto, bem informado e com capacidade critica.