segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Da Europa dos seis à Europa dos vinte e sete

 Após a sua fundação, o primeiro alargamento ocorreu em 1973, com a entrada da Dinamarca,Irlanda e Reino Unido. Devido ao facto de terem passado a existir regiões com baixos índices de desenvolvimento, foram criados programas especiais para o financiamento de projectos dessas regiões com vista à recuperação dos seus indicados de desenvolvimento.
 Em 1974, realizaram-se as primeiras eleições para o parlamento Europeu, por sifrágio universal directo, o que moblizou muitos cidadãos para a discussão das questões Europeias.
 Na década de 80 ocorreram mais adesões. Em 1981 entrou a grécia e, em 1986, foi a vez a de Portugal e Espanha. Também nesse ano, foi assinado o Acto Único Europeu que estabelecia os primeiros passos para a concretização do mercado interno.
 Em Dezembro de 1991, em Maastricht, o conselho Europeu, constituído pelos chefes de estado e de Governo, assinou o novo tratado da União Europeia, dando origem à União Europeia(UE).
 Em 1995, acompanhando uma nova dinâmica que contrariava o europessismo, aderiram mais três países: Áustria , Finlândia e Suécia.
 Também em 1999, entrou em vigor o Tratado de Amesterdão que alterou os tratados existentes.
 Na sequência da queda do Muro de Berlin (1989) e da dissolução da União Soviética (1992) , novas adesões surgiram e o alargamento da União a toda a Europa  começou a tornar-se realidade. O tratado de Nice , assinado em 2001 com  entrada em vigor em 2003, viria adaptat as instituições para garantir o êxito do alargamento que iria ocorrer em 2004, onde se passaria para 25 estados-menbros. Com efeito, em 2004, registar-se-ia a entrada da Estónia, Letónia, Lituânia, Polónia, República Checa, Eslováquia, Hungria, Eslovénia, Malta e Chipre. Finalmente, com as adesões da Bulgária e da Roménia, em 2007, a Europa passou a contar com 27 Estados-menbros. No final deste ano seria assinado o Tratado de Lisboa, que entraria em vigor em 2009. Um dos objectivos fundamentais deste documento teria a ver com o desenvolvimento da democracia no seio da União, dando assim resposta a uma preocupação várias vezes manifestada pelos cidadãos Europeus; por outro lado, pretendia-se dotar as instituições da União de uma maior eficácia na sua actuação, perante os novos desafios que a globalização vem colocando.

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